quarta-feira, 28 de outubro de 2009

MAIS PARTICIPAÇÃO FEMININA

Como vc sabe trabalhamos a Linguagem de Gênero na comunicação do Rádio, tendo como referência a Rede de Mulheres em Comunicação (Nacional)... Gostaria que fosse inserido em leitura, este texto abaixo é importante que tenhamos uma visão diversa e reflexão à cerca do que será discutido nos eixos temáticos. Em todo o Brasil a nossa Rede se mobiliza recebendo apóio e parceria da Comissão de Mulheres da CUT (Secretaria Executiva da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil), usando a visão feminina, numa discussão igualitária de voz e vez. A Mídia que queremos, direitos e deveres, mais participação feminina para os meios de comunicação...


BOM SABER

O Tráfico de Mulheres, adolescentes e de crianças é o terceiro maior comercio do mundo, faturando sete bilhões de dólares por ano. Lucros maiores do que os de armas e drogas.

São grandes redes de brasileiros e estrangeiros, ‘funcionários públicos’ e traficantes de drogas e armas que usam mulheres adollescentes e crianças como alvo de exploração sexual, como meio de lucro.

Segundo o UNICEF, 100 mil crianças e mulheres são exploradas sexualmente (comercialmente) no Brasil. São levadas via Manaus para Venezuela, via Suriname para Holanda, ou via Argentina para a Espanha. Ou ficam no Brasil, transportadas de uma boate a outra, de um Estado a outro para não serem localizadas.

No mundo atual, o neoliberalismo tem grande poder de incremento da prostituição. Seja pelos altos índices de desemprego feminino, ausência de perspectivas econômicas e financeiras, ou pela diária “mercantilização” do corpo das mulheres oferecida como natural, pelos meios de comunicação.

Neste cenário, os debates acerca da prostituição/tráfico de mulheres, bem que poderiam estar mais em pauta. Até porque, no caso brasileiro, com pouca ou nenhuma discussão, há quem defenda a legalização da prostituição, como profissão, sem considerar as consequências desta realidade para a vida das mulheres.

Discutirmos esse tema é relevante no que diz respeito a pauta de debates e discussões da tão aguardada Conferência Nacional da Comunicação – CONFECOM. Por que? Os meios de comunicação brasileiros, em especial nas regiões Norte/Nordeste vemos a mídia explorando, através da música (apeladora) fazendo apologia a: cachaça, rapariga (vagabunda), garota de programa, violência moral, e outros “bichos” mais. Um exemplo nocivo da mercantilização musical/imoral é um trêcho de uma delas q diz: “ … sou raparigueiro, sou cachaçeiro e gosto de uma “mina” bem novinha, cheirosinha…” etc. Outro que diz: “… gosto de mulher, vaquejada e cachaça, sou da bagaceira…”

Outro aberrante que vemos e aceitamos na telinha são os inúmeros comercias que expôem o nú feminino até em “reclames” de caldo da galinha rs rs rs rs.

Devemos fazer um apelo às companheiras gueirreiras brasileiras que certamente farão parte das discussões dos eixos temáticos dessa CONFECOM que sejam previstas grandes manifestações. Serão esperados estudos e articulações com ligação forte entre comunicadoras feministas e os movimentos para se trabalhar, temas e oficinas… Oxalá seja possivel!!!!!!!!!

Amor e Paz para tod@s!

Célia Rodrigues - Rede de Mulheres em Comunicação

2009/10/23 Geraldo Alves de Sales Alves de Sales <gdosales@gmail.com>
Prezados(as),

Leiam, acho que é importante!

Trata-se da mobilização para participação da CPC-CE e Comissão
Organizaodra da CONECOM, para ajuadrem na Conferência de FORTIM,
neste sábado (24). Hoje (23) está sendo realizada a de Quixadá.


Abraço,

Gdosales 9619-0420 / (85) 8879-2434

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